Da criação coletiva à singularidade do tempo espiral que transforma a memória no agora, o futuro no agora.
Nesse ano 2012 a escola continua primando por práticas coletivas desde a Quadra da escola, à sala de aula , a cantina e o laboratório estamos vivenciando experiências prazerosas e construtivas no processo de formação de nosso aluno e aluna.
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Uma Pedagogia Possível
No coletivo da escola oportunizar momentos de troca de saberes entre os trabalhadores e trabalhadoras da educação, possibilita à prática de uma pedagogia holística onde todos e todas aprendem juntos de maneira a aprimorar a mediação do ensino aprendizagem com alunos e alunas da escola.
Esse tem sido o exercício de todas e todas da Escola Estadual “Capitão Egídio Lima”
A letra que se quer
Pelo próprio desenvolvimento perceptivo-motor da criança das classes de alfabetização é aconselhável o uso da letra de imprensa maiúscula desde o Maternal até o momento em que as crianças estejam lendo e produzindo textos alfabéticos.
É um tipo de letra comum, o que facilita o seu reconhecimento no convívio social, nas embalagens de produtos industrializados, nos rótulos conhecidos, nas faixas, placas nas ruas do bairro, cartazes na escola.
Quando a classe já está lendo e produzindo textos alfabéticos, o professor deve incentivar a transposição para a letra cursiva com capricho e entusiasmo.
O segredo da eficiência de todo esse trabalho está em o professor saber observar e identificar as dificuldades dos alunos, individualmente, planejar atividades para superar as dificuldades detectadas e dar-se por inteiro ao trabalho de acompanhar o desenvolvimento de cada um nessa nova conquista.
Luzia Bomtempo - Caderno Amae Alfabetização Repasse : Marilda e Eunice- professoras do 1º ano-Escola Estadual “Capitão Egídio Lima”
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