terça-feira, 3 de julho de 2012

Idéias Sustentáveis


Nunca foi tão fácil fazer uma vassoura!


Porta Celular... ...Bem prático.


 Quem não gosta de brincar com água?


Mamãe pet...


Lembra do velho monitor do 286?


Ao invés de poluir, limpar!


Organizar é sempre bom.


Útil e higiênico e prático.



 A velha camisa se transforma em uma nova sacola!


Gosta de enfeites? Vai uma boa sugestão..


Lembrancinha de aniverssário por "exemplo".


Isso é demais...


Construa ecológicamente correto.


Enfeite seu jardim! Plante vida...


Chega de Pernilongo (muriçoca)


Construindo com bom gosto...


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Para Vygotsky é o pensamento verbal que nos ajuda a organizar a realidade em que vivemos.

Voz do pensamento. Ele realizou experimentos com crianças para entender qual a função da união entre a linguagem e o pensamento e sua relação com a evolução.
Um dos grandes saltos evolutivos do homem em relação aos outros animais se deu quando ele adquiriu a linguagem, ou seja, quando aprendeu a verbalizar seus pensamentos. É por meio das palavras que o ser humano pensa. A generalização e a abstração só se dão pela linguagem e com base nelas melhor compreendemos e organizamos o mundo à nossa volta. Um dos maiores estudiosos sobre essa habilidade humana foi o psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky (1896-1934), que em meados dos anos 1920 criou o conceito de pensamento verbal . 
Vygotsky dedicou anos de estudo para compreender as relações entre o pensamento e a linguagem – e esse foi um dos maiores acertos de seu trabalho. Até então, os estudos sobre o tema buscavam dissecar os dois conceitos isoladamente. De acordo com João Batista Martins, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), entender o desenvolvimento humano desmontando as partes que o constituem é errado. “Vygotsky reconhecia a independência dos elementos, mas afirmava que o caminho era compreender como um se comporta em relação ao outro, como eles interagem em suas fases iniciais”.
Para compreender essas relações, Vygotsky buscou analisar o desenvolvimento da criança. De acordo com ele, mesmo antes de dominar a linguagem, ela demonstra capacidade de resolver problemas práticos, de utilizar instrumentos e meios para atingir objetivos. É o que o pesquisador chamou de fase pré-verbal do pensamento. Ela é capaz, por exemplo, de dar a volta no sofá para pegar um brinquedo que caiu atrás dele e que não está à vista. Esse conhecimento prático independe da linguagem e é considerado uma inteligência primária, também encontrada em primatas como o macaco-prego, que usa varetas para cutucar árvores à procura de mel e larvas de insetos.
Embora não domine a linguagem como um sistema simbólico, os pequenos também utilizam manifestações verbais. O choro e o riso têm a função de alívio emocional, mas também servem como meio de contato social e de comunicação. É o que Vygotsky chamou de fase pré-intelectual da linguagem. Essas fases podem ser associadas ao período sensório-motor descrito pelo psicólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), no qual a ação da criança no mundo é feita por meio de sensações e movimentos, sem a mediação de representações simbólicas. “É a fase na qual a criança depende de sentidos como a visão para atuar no mundo e se manifesta exclusivamente por meio de sons e gestos, ligados à inteligência prática”, diz Martins.
Por volta dos 2 anos de idade, o percurso do pensamento encontra-se com o da linguagem e o cérebro começa a funcionar de uma nova forma. A fala torna-se intelectual, com função simbólica, generalizante, e o pensamento torna-se verbal, mediado por conceitos relacionados à linguagem.
1. A força da linguagem.
 

A arte se aprende praticando, compreendendo e apreciando




 O convívio nas artes e as artes no convívio Subestimar essa linguagem na escola é ignorar parte fundamental da cultura e empobrecer a formação para a vida e para o trabalho. Tanto quanto as ciências e as demais dimensões da cultura, a arte se aprende praticando, compreendendo e apreciando. Por isso, ela é para ser vivida, conhecida e saboreada. Curioso pensar que, diferentemente do que ocorreu na história humana, na qual as artes antecederam a escrita, as crianças da Educação Infantil cantam, moldam, dançam, representam e desenham enquanto iniciam seu processo de letramento. Mas é preciso reconhecer: à medida que avança a Educação Básica, a Arte frequentemente perde espaço. A disciplina vai sendo reduzida ou confinada, talvez porque em muitas escolas o caráter cognitivo da formação se empobrece, em prejuízo do sentido mais amplo do educar. Por isso, é oportuno questionar: por que as artes têm tido um papel menor na Educação?Deixá-las em segundo plano é um simples equívoco ou o reflexo de sua importância? Elas devem ser reconhecidas somente na disciplina de Arte ou também nas demais? As respostas a essas questões podem ajudar professores de todas as áreas a educar melhor, como mostrarei a seguir. Isso depende, porém, de uma compreensão mais lúcida do mundo e do sentido da escola, que leve à superação de um pragmatismo equivocado que substitui formação por treinamento desde os primeiros anos da vida escolar. Artes existem desde a pré-história e estão na origem da civilização. Em todas as épocas, deram forma e utensílios, edificações, representações e rituais, caracterizando cada cultura. O passado das artes persiste na imponência gótica da catedral, no enlevo da música barroca e na graça eterna do teatro de máscaras. Desprezá-lo seria como só ver sentido no último capítulo de uma obra sem ler os anteriores. Até hoje, as artes dão forma a inúmeras manifestações, não importa se seja o break na calçada ou o balé no palco, o conceito surpreendente da página do webdesigner ou a ponte estaiada do arquiteto. Esse amplo universo não pode ser ignorado pela escola. Só quem teve o privilégio de estudar em uma boa instituição, que valoriza as artes, sabe a importância de participar de um conjunto musical, de uma oficina de teatro e de grafite ou de ter visitado mostras e museus. Desenvolvendo a sensibilidade e o gosto do convívio nas artes se aprende também a arte no convívio. Valores como respeito, cooperação e tolerância também estão em jogo quando se ensina e se aprende Arte. Basta se lembrar do movimento entre os personagens numa peça ou do intervalo deixado para um solo de bateria. Ambos exercitam tais atitudes, nos preparando para lidar com uma intervenção durante reuniões de trabalho ou com opiniões divergentes numa discussão entre amigos. História e geografia, entre outras, também podem ser integradas à Arte. Não porque esta esteja a serviço de outras disciplinas, mas porque contribui com elas. Afinal, fazer a maquete do bairro dá uma realidade ao mapa, assim como analisar uma cerâmica ou uma pintura traz o passado para a sala. No entanto, ainda há quem acredite que o interesse pelas artes é irrelevante e existem muitas escolas que formatam seus currículos em função dessa percepção. Pois, para quem, equívocos como esses, encara as artes como opostas a outras atividades, posso contar que o mais ilustre cientista com quem ele conviveu, o físico alemão Albert Einstein ( 1879 – 1955), também tinha grande interesse pelo tema: gostava de música, tocava violino e não fez segredo sobre o quanto suas ideias nas ciências foram fortemente influenciadas pelo que ele aprendeu com a literatura. 

Luiz Carlos de Menezes ( Abril,2012.Nova Escola n°251) 
Sinteses do texto “O convívio nas artes e as artes no convívio” elaboradas pelos profissionais da educação da Escola Estadual Capitão Egídio Lima.

quarta-feira, 7 de março de 2012

A Função Social do Ecoturismo

Esse artigo Philippe Pomier Layrargues traz uma abordagem com o objetivo de discutir as relações entre o ecoturismo e a mudança social em defesa da necessidade de criação de políticas públicas para o ecoturismo que definam explicitamente a sua função social.
Philippe ressalta que a importância do ecoturismo Brasil abrange três dimensões que justificam a pratica do turismo. 1. O papel desempenhado na proteção ambiental, nas trocas culturais e na geração de emprego e renda. 2. Os limites e possibilidades do ecoturismo com relação à proteção ambiental e com relação à dinâmica cultural. 3. A interface socioeconômica do ecoturismo.
O ecoturismo pode oferecer oportunidades de trabalho para comunidades onde o turismo poderá ser constante e garantir dignidade de vida, para os nativos das regiões, desde que direitos legais para o trabalho sejam garantidos com planejamentos de políticas públicas sustentáveis de desenvolvimento local que também sejam capazes de promover distribuição de renda.
O ecoturismo e a mudança social;
O autor salienta como preocupante a relação do ecoturismo com a proteção da natureza como um instrumento de proteção ambiental pela via do mercado. Carece compreender se a forma sustentável que pretende o ecoturismo realmente irá beneficiar a comunidade
local ou provocar especulação e a distribuição de renda se desigual.

A eclosão da crise ambiental e a valorização de estética da natureza;
O ecoturismo é um sintoma de mudança de paradigma.



O espaço natural tornou-se objeto de desejo do viajante, imbuído da necessidade de contato e alteridade com as origens, a pureza, a ordem, o ritmo e a estética natural.
O ecoturismo como um novo mercado:
O ecoturismo é um fenômeno, se não eminentemente econômico, determinado por condicionantes econômicos que direcionam não apenas as tendências de crescimento desse mercado como também os mecanismos de reprodução social.
Os modelos de ecoturismo:
As correlações de forças entre capital e trabalho existem dois modelos de ecoturismo.
Ecoturismo de Base Comunitária: A própria comunidade é operadora do negócio ecoturístico.
Ecoturismo Empreendedor: A operadora do negócio ecoturístico não é proveniente da comunidade local, mas de centros urbanos.
Modelos trazem interesses diferenciados o ecoturismo de base comunitária irá preocupar-se em capacitar indivíduos da comunidade com vistas à emancipação política e autonomia econômica enquanto o ecoturismo empreendedor visa manutenção das condições sociais historicamente inalteradas, mantêm trabalhadores subordinados ao capital.
Turismo sob a ótica da sustentabilidade: As discussões acerca do desenvolvimento sustentável e o papel do turismo na sociedade moderna têm se intensificado nos últimos anos, uma vez que a atividade turística passa a ser constituir como um fator-chave para a dinamização e inserção de regiões e até países na rota do consumo espacial. Dessa maneira, a manutenção ou mesmo a busca da sustentabilidade torna-se instrumento norteador básico de política, planejamentos e de gestão da atividade turística, que fundamentadas na tríade eficiência econômica, eqüidade social e conservação ambiental baseada, sobretudo, na complementaridade dos setores públicos e privados a partir da participação cidadã podem promover algumas bases para o desenvolvimento. Cristiane Alcântara de Jesús Santos

A função social do ecoturismo resgatada em políticas públicas:
Um instrumento ideológico que através da relação social mediada pelo capital, pode atuar seja em função da conservação ou transformação social.


Entendo que esse artigo, todos os tópicos apresentados um completa o outro e não consigo perceber o ecoturismo sustentável sem uma sensibilização efetiva através da educação ambiental.
A Educação Ambiental se transforma em veículo do ecoturismo como sensibilização do turista com relação à proteção ambiental e cultural do espaço visitado, sustentabilidade do próprio negócio, proteção dos patrimônios naturais, controle para refrear sobrecarga de visitantes. Nesse sentido a educação ambiental aplicada ao ecoturismo caracteriza-se por ser um mecanismo de compensação do risco da atividade econômica, provendo segurança necessária para o sucesso do negócio ecoturístico.
O ecoturismo sem um planejamento de preservação da área visitada pode deixar danos irreversíveis para o ambiente.
Em nossa cultura o zelo ainda é algo pouco praticado como:
1. acúmulo de lixo nas margens dos caminhos e das trilhas, nas praias, montanhas, rios e lagos;
2. usos de sabonete e detergentes pelos turistas contaminando as águas dos rios e lagos; lançamento de esgoto e lixo na natureza dos rios;
3. pintura e rasura nas rochas, onde os turistas querem registrar (de má forma) suas passagens; dentre outros.
O ecoturismo sob a ótica da sustentabilidade:
O desenvolvimento sustentável e o do ecoturismo tem se intensificado nos últimos anos e a busca da sustentabilidade torna-se instrumento norteados básico de política pública, planejamentos e de gestão da atividade turística na tríade de eficiência econômica, equidade social e educação ambiental.
Em nosso país já se encontram espaços para um turismo sustentável e ao mesmo tempo cheio de informações significativas da nossa cultura e ou oportunidade de ver obras de grandes artistas sejam brasileiros ou não como Inhotim- em Brumadinho - Minas Gerais. Grandes obras de artes em espaços abertos, como também galerias maravilhosas
como o Pelourinho que retrata toda a vida desse lugar Salvador–Bahia. Viveiros e com freqüência espetáculos acontecem para o público visitante um dia é muito pouco para conhecer esse lugar. Fantástico.

terça-feira, 8 de março de 2011

Conhecendo um pouco da história da etnia kaxinawá

Este trabalho foi realizado na Escola Municipal Nelcina Rosa de Jesus – Ipatinga/MG, com as turmas de oito anos, durante as aulas de artes  no período de abril a maio de 2010. Teve como objetivo introduzir a temática ancestralidade indígena por meio da literatura. Utilizou como elemento estruturante um conto da literatura indígena brasileira - Etnia Kaxinauá – Acre. Primeiro as turmas assistiram um vídeo da série “Taruandé: o encontro do céu com a terra” para conhecer um pouco o povo Kaxinauá e seus costumes.  Depois foi feita a leitura do conto “A história do Cipó” da obra “Caderno de Pesquisa: Nixi Pae – o Espírito da Floresta” que nos foi apresentada por Isaías Sales Ibã.
Após ouvir a história as crianças comentaram, fizeram observações, relataram curiosidades referentes ao conto. Após os comentários, foi feito um trabalho em grupos. As crianças receberam o livro do conto com suas ilustrações e fizeram releituras das imagens.

Descrição da Atividade Pedagógica
Conhecendo um pouco da história da etnia kaxinawá – Povo Hunikuin

Professora Maria Helena Monteiro de Castro 
Escola Municipal Nelcina Rosa de Jesus
Objetivos:

  • Conhecer, valorizar, dialogar com a cultura indígena através dos costumes e histórias da etnia Kaxinawá
  • Realizar releituras e desenhos a partir das observações, compreensões da história contada sobre o povo Huni kuin
  • Promover exposições dos trabalhos realizados pelos alunos.
  • Promover uma articulação entre o currículo escolar e a lei 11.645/08
  • Expressar-se por meio de desenhos, explorando conhecimentos adquiridos entre os colegas.
Disciplina:  Artes
Série(s): 3°  anos do 1º ciclo do ensino fundamental   
Faixa etária: 8 e 9 anos
Descrição das Etapas:

  1. Conversa com alunos sobre a importância de conhecer sobre a cultura indígena
  2. Introdução situando sobre a etnia kaxinawá
  3. Exibição do filme  O Encontro do céu e da terra - Etnia Kaxinawá
  4. Comentário sobre o filme
  5. Registro de observações assimiladas pelos alunos através de produção coletiva.
  6. Apresentação do conto “A História do cipó (Huni)”
  7. Comentários dos alunos e apresentação de curiosidades sobre a história
  8. Releituras dos desenhos da história
  9. Reescrita da história do cipó
  10. Elaboração do livro feito pelos alunos
Duração da atividade:
2 aulas (50’) semanais
Recursos necessários:
Vídeo; Conto Kaxinauá; papel; giz de cera.
Interdisciplinaridade:  Português , História


Desenhos produzidos pelos Alunos e  alunas 3º ano - 2010 da  Escola Municipal Nelcina Rosa de Jesus

Releitura das ilustrações do conto "A história do Cipó (Huni)"

Importância dos parâmetros da resolução CONAMA 303 na definição do conceito de apps em topo de morro.

Antônio Messsias Ferreira, Juarez Celidônio de Barros, Maria Luíza Flor Pereira




O artigo “Importância dos Parâmetros da Resolução CONAMA 303 na definição do conceito de APPs em topo de morro”, foi elaborado pelo grupo Antônio Messias, Juarez Celidõnio e Maria Luíza Flor Pereira em uma das etapas do Módulo Básico da disciplina “Geomorfologia e Meio Ambiente do Curso de Especialização em Gestão do Meio Ambiente Educação, Direito e Análise Ambiental . Esse trabalho pautou-se em várias pesquisas e entrevistas com o Engenheiro Florestal Elmo Nunes/ UNIVERSALIS - Timóteo e o geólogo Breno Alexandre Pereira /MDGEO – Belo Horizonte, para melhor compreensão de APPs em topos de morro com ênfase em relevos ondulados entre os cumes das elevações. Esse artigo interpreta a legislação e o conceito de topo de morro usando a visão matemática para a aplicação na determinação dos limites de APPs .


RESUMO:


A demarcação das áreas de proteção no topo de morros é um processo complexo, dificultando a fiscalização e, por conseguinte, o fiel cumprimento da legislação ambiental. O presente artigo discute a interpretação da legislação e o conceito de topo de morro, usando uma visão matemática para a aplicação da legislação na determinação dos limites das Áreas de preservação Permanente relacionados aos topos de morro.

Palavras-chave: Áreas de preservação permanente, legislação ambiental e matemática.